Acho que todos têm o direito de fazer, de
buscar e de seguir o caminho que bem quiserem, principalmente no século
em que estamos, porque parece ser uma época na qual tudo pode, tudo é possível
e tudo é aceitável. Surfando nesta onda, eclodiram os direitos, passaram a ser
reivendicados, e que pelo jeito permaneceram velados por décadas em
algum buraquito. Temos como exemplo nessa linha de raciocínio o
homosexualismo e o casamento de pessoas do mesmo sexo. Uma espécie de
bomba desatômica para a mídia quando transformada em notícia, sobretudo em se
tratando de gente famosa.
E não precisa, necessariamente, ser um tema ligado a questões sexuais, mas uma
transformação ou inversão de valores capitados e alardeados por nossos
indicadores internos de bons custumes sociais. E assim segue,
"mandando ver" o ser "dito humano", buscando brechas
na lei a fim de garantir suas mutações, quer seja de cunho mental, religioso,
social ou físico.
Cocaína, maconha, heroína, craque, etc, estão de parabéns. Talvez o mais fascinante nessa história seja a cegueira e a letargia que elas provocam nos usuários, pois esses incrivelmente conseguem jogar no lixo seus olhos, suas articulações, seus nervos, seus ossos, seus tendões e seus órgãos saudáveis como se os fossem encontrados nas ruas e esquinas de qualquer cidade e pudesse substitui-los, como uma peça de motor de carro.
Cocaína, maconha, heroína, craque, etc, estão de parabéns. Talvez o mais fascinante nessa história seja a cegueira e a letargia que elas provocam nos usuários, pois esses incrivelmente conseguem jogar no lixo seus olhos, suas articulações, seus nervos, seus ossos, seus tendões e seus órgãos saudáveis como se os fossem encontrados nas ruas e esquinas de qualquer cidade e pudesse substitui-los, como uma peça de motor de carro.
Mas, infelizmente isso não é real. O real aqui é o processo
silencioso de auto destruição, e a inquestionável renúncia que se faz ao corpo.
Exatamente isso!. Uma fase em que se perde totalmente a noção de valores
como a saúde do corpo, de dinheiro, ah, de tudo!, e é o que eu chamo de
"craque das drogas". É o ápice das maledetas fazendo
suas vítimas a não se importarem com mais nada. E enquanto isso, do
mesmo lado da platéia (vida), os esperançosos e sedentos assistem de boca
aberta, aguardando por uma peçinha daquelas para continuarem sua jornada,
provavelmente sem entenderem muita coisa.
Será possível vivermos em um mundo tão injusto e cheio de contrastes?. De
um lado o carnaval. do outro a fome total. Mas agora por conta
da falta de respostas, a um mar de contradições no que tange as reações do
homem.
E é para tentar amenizar essas neuras indagativas, religiosos de
todas as vertentes baseados em suas convicções, procuram esplicar o que
não se esplica. Porém, quando se sugeitam, desferem teorias, teorias e teorias.
Parece muito com as previsões de economistas. E as perguntas que não se calam
continuam deixando espaços e agussando a curiosidade de muitos ao se depararem
com senas onde mostre as víceras de uma sociedade tão preconceituosa e
desigual. Lógico que aqui não se trata da riqueza alheia, pois quem
as conseguiu tem mais é que desfruta-la, noentanto, refiro-me a falta
de informação e de oportunidade para os mais simples, claro, desde que
haja interesse. Direitos, desigualdades, mutações, aberrações, morte, vida,
livre arbítreo, em suma, seja o que for. Entretanto,com olhos na
transformação ao qual o mundo sofre, realmente existem perguntas que não
se
calam. E
uma delas fica aqui: onde está a ética de Deus?
Eu sou o
motivo, você é ação!
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