Fazer ou não fazer o que me é necessário?, e agindo precipitadamente; quem sabe fosse melhor reconhecer?
Pense nas suas tarefas de todo santo dia (rotina), aquelas as quais você talvez faça de olhos fechados, sabe aquelas que já lhe motivaram a xingar tudo e todos e com palavrões bem cabeludos?, isto é, da pior qualidade, quer seja no trabalho quer seja em casa. Mas a questão é que se trata de uma necessidade e a execução cabe a você, gostando ou não
E os contratempos?, aqueles que por menor que sejam são transformados em verdadeiras bombas de destruição de relacionamentos, ambientes, finais de semana e por aí vai... Assim segue o ser dito humano, demonstrando grandes dificuldades em lidar com situações pessoais, e o pior, sem dar conta de que além de envolver outras pessoas ele é o maior perdedor nessa história.
E quando dar valor?, por si só nunca, pois o ser dito humano só dá valor ou reconhece devidamente o que faz quando não puder mais fazê-lo. E aí vem o saudosismo; os bons tempos; há, era tão bom!. Gente que mundo é esse?, por que agir assim?. O pior não é deixar de honrar seus compromissos mas ficar dependente da boa vontade de terceiros. Que Deus te livre disso!
Ninguém é de ferro, óbvio mas o pior é você não poder fazer mais nada, bulufas, entende?. Então tenha vergonha; deixe de ser explosivo, procure dar valor à sua liberdade física, ou você prefere não só fazer parte, mas também encabeçar a listinha dos portadores de burrice quase crônica?
Eu sou o motivo, voce é ação!
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robinsonws
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